O PSG chegou ao topo da Europa e conquistou a Champions League pela primeira vez ao golear a Inter de Milão por 5 a 0, neste sábado (31), em final disputada em Munique, na Alemanha. Foi em grande estilo: depois de anos de frustração com astros galácticos, coube a um jovem de 19 anos, Desiré Doué, ser o grande herói, ele marcou dois gols e deu uma assistência no atropelo diante dos italianos. Hakimi, Kvaratskhelia e Mayulu também marcaram na maior goleada da história das finais da Liga dos Campeões. A Orelhuda, enfim, vai para Paris.
Da tragédia à glória
Outro protagonista na conquista histórica para o PSG é o técnico Luis Enrique, em 2025. Campeão europeu há 10 anos com o Barcelona, ele repetiu o feito em sua segunda temporada em Paris. Para isso, colocou em prática seu estilo de pulso firme, que não abre mão da posse de bola e da marcação alta, algo muito visto em ação nesta final. Também foi o responsável por construir um time que foi efetivo sem a presença dos antigos pilares: Messi, Neymar e Mbappé. Celebrou em campo lembrando da filha, Xana, que morreu em 2019, aos nove anos, vítima de um tumor ósseo.
Capitão brasileiro
Remanescente do vice-campeonato em 2020, o zagueiro Marquinhos viveu um momento histórico na carreira. Além de conquistar um troféu inédito, ele foi o responsável por erguer o troféu da Champions League como capitão do PSG. Ele é o segundo brasileiro a ter tal honra, se unindo a Marcelo, que fez o mesmo com o Real Madrid. Aliás, o Marquinhos é cria da base do Corinthians e foi campeão da Libertadores em 2012 pelo Timão.