Luto! Beckenbauer, bicampeão mundial com a Alemanha, morre aos 78 anos – FUTEBOL EUROPEU


Nos últimos anos, Beckenbauer deixou de fazer aparições públicas para cuidar da saúde. Além disso, também estava se preservando após as acusações de ter participado de irregularidades para levar a Copa do Mundo para a Alemanha em 2006. Ele foi investigado por possíveis pagamentos e contratos indevidos para ganhar vantagem na escolha de sede.

O ex-defensor é um dos três únicos nomes da história que venceram a Copa do Mundo como jogador e técnico. Nesta seleta lista, tem a companhia de Zagallo, morto na última sexta-feira. O “Velho Lobo” foi duas vezes campeão como atleta, uma como técnico e ainda outra como coordenador. Além do brasileiro e do alemão, o feito também foi alcançado por Didier Deschamps, campeão do Mundo com a França em 1998 como volante e em 2018 como comandante. O francês é o único que continua vivo.

O único time alemão que defendeu além do Bayern foi o Hamburgo. Fora de sua terra natal, jogou nos Estados Unidos, onde vestiu a camisa do New York Cosmos. Chegou a Nova York em 1977 e foi lá que jogou ao lado de Pelé, em parceria que durou pouco tempo, pois o Rei do Futebol se aposentou no ano seguinte. Mesmo assim, conquistaram juntos a liga americana, e foi Beckenbauer o eleito o melhor jogador dos Estados Unidos naquele ano.

MAIS DE BECKENBAUER!

Depois de aposentado dos gramados, o ícone alemão virou treinador e assumiu a seleção nacional, ainda como Alemanha Ocidental, em 1984. Cerca de um ano após a queda do muro de Berlim, conduziu a equipe ao título da Copa de 1990, com nomes como Lothar Matthäus, Andreas Brehme, Rudi Völler e Jürgen Klinsmann integrando o eFEciente esquadrão alemão.

Ainda treinou o Olympique de Marselha, de 1990 a 1991, e o Bayern de Munique duas vezes (1993 a 1994 e 1995 a 1996). Não levou o time bávaro a vencer uma Liga dos Campeões, mas chegou a celebrar um Alemão e uma Copa da Uefa. Quando não trabalhava mais como treinador, teve seu nome envolvido em um escândalo de corrupção. Em 2016, foi aberta uma investigação de fraude, gestão criminosa, lavagem de dinheiro e apropriação indevida relativa à campanha da Alemanha para sediar Copa de 2006. Beckenbauer foi um dos alvos, pois era integrante do comitê de organização alemão, mas sempre negou as acusações.

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